segunda-feira, 11 de março de 2013

A língua Portuguesa nos Currículos de Final de Século

             O que se deve ensinar ao aluno, um todo ou genérico? Esse foi um ponto da discussão do texto em sala.
              Creio que devemos ensinar de diferentes formas os alunos. 
               Devemos parar de sintetizar o ensino, mostrar que existem outras maneiras de se compreender o texto, de se aprender língua portuguesa. Mostrar apenas o básico.
              devemos analisar melhor o nosso currículo, em qualquer área disciplinar.

Trabalhando Tipos/Gêneros Textuais em Sala de Aula: Uma Estratégia Didática na Perspectiva da Mediação Dialética Lilian Caldas

          De acordo com o texto, a expressão "tipo de texto" é mal interpretado, pois se ensina como se fosse gênero textual.
         Sendo que como mesmo diz Marcushi (os tipos textuais são definidos por seus traços linguísticos que são: lexicais, sintáticos, tempos verbais, relações lógicas). Enquanto que os gêneros textuais envolve os alunos em forma concreta no uso da língua de forma consciente.
         O agrupamento de gêneros é dividido em 5 partes: Narrar, Expor, Argumentar, Instruir e Relatar.
         O processo educativo é divido em várias fases. 


     

Salada de Frutas

Muito Interativo e divertido, foi a melhor aula na minha concepção 


Vasilha Grande - Sérgio
Guardanapo - Lorena
Facas - Sérgio
Copos descartáveis - Maria Alice
Colheres descaráveis - Patrícia
Colher Grande - Daniela

Lista das Frutas:

Maçã - Marina
Banana - Aryanna e Bruna
Laranja - Monique, Sérgio, Daniel,
Mamão - Sérgio, Chaiene
Manga - Vanessa, Júlia
Uva - Stefany
Leite condensado - Mara e Leandro, Vanessa Côrrea,Jéssica Vasconcelos, Sônia
Creme de leite - Sabrina, Samantha, Priscilla, Joyce, Sônia, Edson.

Sequência Didática


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Analise do Livro


A Abordagem das Diferente Áreas do Conhecimento Nos Primeiros Anos do Ensino Fundamental Patricia Corsino

Mulheres e homens, somos os únicos seres que social historicamente, nos tornamos capazes de aprender. Por isso, somos chamados os únicos em quem aprender é uma aventura criadora, algo, por isso mesmo, muitos mais rico do que meramente repetir a lição dada. Aprender para nós é construir, reconstruir, constatar para mudar, o que não se faz sem abertura do espírito (Paulo Freire, 1997, p.77).

           Quando a escola trabalha trazendo fatos do dia-a-dia do aluno, isso aguça o saber dele, somos de natureza propriamente dito de curiosos, o colégio é o principal incentivador dessa curiosidade, lá que buscamos as resposta e algumas perguntas. Mas se esta não age conforme nosso cotidiano, nosso conhecimento se torna insuficiente. Não desmereço a parte teórica, mas creio que a prática da realidade da crianças ajudaria muito no processo do saber destes.
          Como a própria autora descreve: "A escola é a instituição oficialmente encarregada de organizar, selecionar, decantar, adaptar elementos da cultura, para serem transmitidos às novas gerações" (CORSINO). 
          Esses são alguns poderes das intuições de ensino:


  • ela contribui na socialização do conhecimento;
  • o professor é centro do ensino;
  • ela ajuda a construir as ciências relação entre o homem e a natureza;
  •  mostrar que existe diferentes formas de se aprender português através da interdisciplinariedade.

http://tvbrasil.org.br/fotos/salto/series/172224AnosiniciaisEF.pdf